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Blog Vou de Bike

Postado em 16 de novembro por Eu Vou de Bike

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Campanha contra carros na ciclofaixa

Você deve se lembrar daquele prefeito de Vilnius, capital da Lituânia, que pegou um tanque de guerra para esmagar carros que estavam estacionados nas ciclofaixas da cidade, né? Mas se você não lembra, veja o vídeo abaixo:

A cena que você viu acima foi um ‘stunt publicitário’ promovido pelo prefeito Arturo Zuokas para chamar a atenção da população da capital da Lituânia para a importância do respeito às ciclofaixas.

Nesta semana, Zuokas apareceu com mais um vídeo na web. Durante uma visita a Nova York, o político cicloativista começou a colar adesivos com os dizeres ‘não me faça pegar o tanque’ nos carros estacionados sobre as ciclofaixas da cidade. Hilário e ao mesmo tempo muito educativo.

Veja no vídeo abaixo:

É de gente como Arturo Zuokas que precisamos. Se a ciclofaixa está lá, ela deve ser respeitada! :)


Postado em 14 de novembro por Eu Vou de Bike

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Toopedalando incentiva uso de bicicletas no Paraná

Os quiosques de aluguel de bicicletas são comuns na Europa e começam a se espalhar pelos Estados Unidos. Aqui no Brasil, o caso mais famoso é o do Rio de Janeiro, que foi ampliado recentemente. No oeste do Paraná, na cidade de Toledo, um programa semelhante foi lançado na última semana. Ele foi batizado de Toopedalando.

O ‘TooPedalando‘ vai disponibilizar 60 bicicletas, que ficarão a disposição da população em seis pontos da cidade. As bicicletas podem ser usadas gratuitamente, basta o morado ter um cartão específico que pode ser solicitado pela internet.

As bicicletas podem ser usadas por até 45 por dia para cada ciclista. Com esse limite, a Prefeitura da cidade espera que as bicicletas sejam usadas para pequenos deslocamentos pelas principais vias da cidade, diminuindo assim o tráfego de veículos, especialmente no centro.

“Se a bicicleta for furtada ou sofrer alguma avaria, a pessoa poderá ser responsabilizada e deverá pagar dano ao patrimônio público”, disse o secretário Jão Vianei Crespão, em entrevista a Rede Globo. Veja a reportagem abaixo:


Postado em 10 de novembro por Eu Vou de Bike

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Uma nova perspectiva sobre bicicleta

Atualmente, com as câmeras de vídeo cada vez menores, é possível ver alguns detalhes do passeio de bicicleta que antigamente era quase impossível.

Os autores do vídeo abaixo colocaram uma câmera GoPro, fabricada especialmente para filmagem de esportes radicais e situações adversas, em vários lugares de uma bicicleta. Dá só uma olhada no resultado!


Postado em 9 de novembro por Eu Vou de Bike

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Por segurança, bicicleta brilha no escuro

A Puma, marca de artigos e vestuário esportivo, está inovando na sua linha de bicicletas. Após ter projetado uma bicicleta de carga toda estilosa, a marca lançou o projeto de uma bicicleta urbana dobrável com uma particularidade muito interessante no quesito ‘segurança’: ela brilha no escuro!

A Puma Stealth Visibility Bike tem uma tinta especial que absorve a luz do sol e faz com que, quando está escuro, a bicicleta brilhe por cerca de três horas. É uma ótima ideia para quem pedala muito durante a noite.

- Via Até Onde Deu pra Ir de Bicicleta

* PS: A ideia desta bicicleta não é nova. Há registros dela em textos de 2008. Mas esta é a primeira vez que encontramos esse modelo na web.


Postado em 7 de novembro por Eu Vou de Bike

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Resultado do concurso #euvoudefrozen

Nós vamos de bike e você vai de frozen! No começo deste mês, o Eu Vou de Bike, em parceria com o America, lançou o concurso #euvoudefrozen.

Quem contou pra gente no Twitter ‘Até onde você pedalaria para comer um Frozen do America?’ poderia ganhar uma bicicleta Houston Mercury HT, além de um frozen com cobertura do America!

As vinte frases mais legais ganharam um frozen com cobertura do America, e o autor da melhor frase ganhou também uma bicicleta Houston Mercury HT! Está curioso para saber quem ganhou? Veja abaixo!

Melhor frase: @edudiasdesouza

Vencedores dos frozens:

@edudiasdesouza @euvoudebike Até onde NÃO pedalaria p comer frozen do @AmericaBurger? Pedalo pra qqr lugar, desde que tome frozen qdo chegar! #euvoudefrozen
@Laudymetal Eu iria até o deserto do Saara, e assim eu seria uma recordista mundial e ainda ganharia uma bike Houston Mercury HT , #euvoudefrozen
@MoraisHenriques Eu pedalaria a distancia que fosse preciso pelo frozen,por quê,estou também pedalando o que é ótimo pra nossa saúde.#euvoudefrozen
@azzirico @euvoudebike @americaburger Eu pedalaria até o América mais longe, porque pedalar e comer um Frozen é muito prazeroso. #euvoudefrozen
@KSLuiza @euvoudebike Eu pedalaria até onde as minhas pernas aguentarem porque bike e frozen combinam com vida saudável. #euvoudefrozen
@carlos_dosanjos #euvoudefrozen Iria até a casa da sogra (que é um lugar que não gosto nem de passar perto). Vale a pena aguentar a velhinha por um frozen!
@Vivzz @euvoudebike #euvoudefrozen eu iria até o América ou até A América de repente… tudo pelo frozen hehehehe
@ANDeRsOnID Eu pedalaria até a região nordeste dos EUA, New England, onde o FroYo surgiu e conhecer as historias da deliciosa sobremesa! #euvoudefrozen
@bdfa_federal Pedalaria até o deserto de atacama, o mais árido do mundo, só pra tomar um frozen por lá e me refrescar! #euvoudefrozen
@toni_roberto Pedalaria até o Polo Norte pra entrar numa fria com estilo, pois quando penso no meu frozen é difícil resisti-lo! #euvoudefrozen
@AcrisioFern @euvoudebike Pedalaria até o América Delivery, porque lá eu pararia de vez e não comeria só um frozen, comeria vários. #euvoudefrozen
@helenakampen @euvoudebike O tanto que for pedalar não importa, desde que eu chegue e o frozen ainda esteja geladinho e delicioso! #euvoudefrozen
@KeyceJhones @euvoudebike Eu pedalaria entre as fronteiras e quebraria paradigmas sobre a mobilidade #euvoudefrozen
@heloisa_fo @euvoudebike Pedalaria até o Japão, no inverno ou no verão, pois frozen vai bem em toda qualquer situação. #euvoudefrozen
@Sergrico @euvoudebike @americaburger Eu cruzaria a America, pedalando, porque pedalar e comer Frozen são prazeres que se complementam. #euvoudefrozen
@pokcaio @euvoudebike Eu pedalaria de uma América a outra ou melhor, de um America ao outro, tudo por um frozen! #euvoudefrozen
@ricd @euvoudebike pedalaria até a patagônia argentina só para ele não derreter nesse calor de são paulo. #euvoudefrozen
@Arth_DruidDude @euvoudebike #euvoudefrozen Eu pedalaria de volta no tempo para ver como os romanos e gregos inventaram o frozen yogurt!
@PatrickMobile @euvoudebike #euvoudefrozen até onde eu conseguir pedalar, com calma, afinal tu te tornas eternamente responsável por aquilo que atropelas..
@ViviBiz @AmericaBurger - Para comer um frozen eu pedalaria até o @AmericaBurguer, pq lá tem o melhor frozen do mundo!!! #euvoudefrozen

Bicicleta Houston Mercury HT

Delivery na Bike no America

De olho na eficiência e no meio ambiente, a rede de restaurantes America conta com um serviço de bike delivery! Atualmente, os bike boys do America fazem cerca de 1.000 entregas por mês! Com um percurso médio de cerca de quarto quilômetros por entrega, o service gera uma economia de R$ 1.300 em combustível, além de reduzir a emissão de poluentes na atmosfera em 1.100 quilos.

Já participam desta iniciativa as unidades da Avenida Nove de Julho e da Alameda Santos. As bicicletas do ‘Delivery na Bike America’ são equipadas com motor elétrico movido a bateria, para ajudar nas subidas ou trechos mais difíceis.

O America também incentiva seus colaboradores a usarem a bicicleta como meio de transporte, como uma opção mais econômica, saudável e menos poluente. A unidade America da Alameda Santos, por exemplo, tem um bicicletário específico para os funcionários, para que eles possam guardar as bikes com segurança.

A equipe de entregadores de bicicleta do America

Uma das bicicletas responsáveis pelo delivery do America


Postado em 7 de novembro por gugamachado

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A polêmica das bicicletas elétricas!

Recentemente estava pedalando tranquilamente na ciclovia de Santos, em São Paulo, e eis que ao meu lado passou um verdadeiro “bólido”, em altíssima velocidade para aquele local. Acredito que ia a uns quase 40 km/h. Ao seu comando, uma distinta senhora claramente indo ao seu trabalho.

Fiquei pensando nas implicações caso houvesse algum acidente com um pedestre, muito comum por lá, ou mesmo com qualquer ciclista menos experiente. Fui pesquisar e conclui que as elétricas no eixo Santos-Guarujá vivem um grande crescimento, principalmente por não necessitarem (por enquanto) de qualquer tipo de documento, tanto de habilitação quanto de registro.

Nova York também vive um boom das elétricas tão grande que estão pensando até em proibí-las! Explico: por lá, o serviço de bike messenger é bem antigo e utilizado. E para agilizar as entregas, os bikers estão aos poucos adotando as elétricas, o que tem causado muitos transtornos ao já caótico trânsito da cidade, devido à velocidade das mesmas e a ausência de regras claras quanto a este meio de transporte, o que leva seus condutores a “fazerem o que bem entendem”, invadindo calçadas e andando na contra-mão.

Em Londres, outra cidade amiga das bikes, a recepção as elétricas tem sido muito pequena. O site London Cyclist conduziu uma pesquisa onde somente 1,19% dos pesquisados declarou a vontade de ter uma elétrica.

Este tema, as bikes elétricas, já tem sido tratado no EVDB há bastante tempo. E ele é bem confuso e polêmico, com prós e contras…

Para termos uma idéia, a profusão das elétricas por Santos é tão grande, que recentemente houve uma confusão quando a Dersa decidiu começar a cobrar a travessia da Balsa para as mesmas, sendo que uma bicicleta convencional não paga nada. E eles conseguiram cobrar, alegando que tais bikes não são mais bikes, e sim, ciclomotores, e, como tal, devem pagar a tarifa devida.

Um leitor nosso, o André Keller, nos escreve o seguinte: “Olá, Gostaria de uma fonte confiável sobre bikes elétricas. Estou no início de um projeto e gostaria de saber:

- Legislação de transito
- Obrigações e equipamentos de proteção
- Limites de utilização (sempre é necessário pedalar?)
- Há implicações quanto a menores de 18 anos?

Li a respeito no site, mas estou confuso.”

E a nossa resposta:

“Oi, André. Você está confuso pois a legislação é confusa mesmo. Atualmente a grande polêmica é se as elétricas devem ser consideradas bicicletas ou ciclomotores. Nossa percepção é que nem as autoridades estão sabendo muito bem como tratar o tema. Existe uma tendência de classificá-las segundo a potência do motor, porém isto também ainda não está fechado.

Hoje contamos com a subjetividade de cada um, pois se elas são consideradas como bicicletas, não há nenhuma obrigatoriedade sobre equipos de segurança (capacetes, etc), a não ser espelho, buzina e reflexivos dianteiro e traseiro, sem limites de velocidade, seguindo portanto a legislação vigente relativa às bicicletas, sem necessidade de qualquer documento.

Porém, como ciclomotores a coisa muda completamente. Elas deverão se submeter a toda legislação relativa a ciclomotores, que prevê habilitação, registro, uso de capacete e respeito as regras de trânsito válidas para os demais veículos propulsionados a motor.”

Eu particularmente estive com uma elétrica gentilmente emprestada pela General Wings por alguns dias e acho super positiva a idéia, principalmente no caso de alguém saindo do sedentarismo, com alguma deficiência para pedalar ou que tenha enfrente muitas subidas pelo caminho, sendo que o motor pode “dar uma ajuda”, diminuindo o “suadouro” ao chegar no trabalho. E não há como negar que estas bikes são uma forte tendência mundial para 2012. É só acompanhar as feiras internacionais…

Só acho que elas deveriam ter um tratamento distinto das bicicletas não propulsionadas, de acordo com suas potências. Por exemplo, até 300 Watts, com velocidade final em média de 25 km/h, seriam caracterizadas como uma bicicleta. Acima de 300 W, cuja velocidade final ultrapasse os 25 km/h, seriam classificadas como um ciclomotor, inclusive já saindo de fábrica com esta classificação, necessitando portanto de registro e uma habilitação especial para condução, e ficando sujeita as regras vigentes para ciclomotores.

Acredito que isto diminuiria a polêmica em torno do tema.

Mas e você, o que pensa a respeito? Já andou numa elétrica? Opine!


Postado em 4 de novembro por Eu Vou de Bike

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Ranking das melhores cidades para pedalar

O site Copenhagenize, uma das referências quando o assunto é bicicleta como meio de transporte, divulgou nesta semana o ranking 2011 das cidades mais amigáveis à bicicleta no mundo todo.

Sem surpresa nenhuma, a cidade de Amsterdã, na Holanda, aparece em primeiro lugar, seguida de perto de Copenhague, capital da Dinamarca.

No ranking de 20 cidades, o Rio de Janeiro aparece em 18º lugar, e é a única cidade brasileira da lista. De acordo com o site, qualquer cidade que permite ir de uma ponta a outra em uma infraestrutura de bicicleta separada da via dos veículos deveria aparecer no ranking. O Copenhagenize destaca ainda que a cidade tem ciclovias desde 1992 e é possível pedalar da saída do aeroporto Santos Dumont para os principais locais da cidade.

No lado negativo, o ranking do Copenhagenize ressalta que o limite de 70 km/h nas principais vias do Rio de Janeiro é insano e que a estrutura de ciclofaixas e ciclovias da cidade já ficou obsoleta.

Veja abaixo o ranking e clique aqui para ver mais informações sobre as cidades:

1º - Amsterdã
2º - Copenhague
3º - Barcelona
4º - Tóquio
5º - Berlim
6º - Munique
7º - Paris
8º - Montreal
9º - Dublin
10º - Budapest
11º - Portland
12º - Guadalajara
13º - Hamburgo
14º - Estocolmo
15º - Helsinki
16º - Londres
17º - São Francisco
18º - Rio de Janeiro
19º - Viena
20º - Nova York


Postado em 3 de novembro por Eu Vou de Bike

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Ciclofaixa de Moema, em SP, está pronta

Quem passou pelas ruas do bairro de Moema, zona sul de São Paulo, nas últimas semanas deve ter notado alguma coisa diferente. Duas das principais avenidas que cortam o bairro, a Rouxinol e a Pavão, ganharam uma ciclofaixa permanente, pintada de vermelho, no lado esquerdo da via!

O trajeto já está todo pintado, mas a ciclofaixa ainda não foi inaugurada oficialmente. De acordo com reportagem do Radar SP, a inauguração deve acontecer até a segunda semana deste mês.

Ao contrário da Ciclofaixa de Lazer de São Paulo, que só funciona aos domingos e feriados, as ciclofaixas de Moema são permanentes e estão ativas todos os dias. Na ciclofaixa, não existe separação física por meio de muretas ou grade entre as faixas para bicicleta e o restante do tráfego, e o espaço do ciclista deve ser respeitado pelos veículos.

Em alguns trechos da ciclofaixa, que tem três quilômetros no total, as vagas de estacionamento de veículos foram deslocadas para a direita, e a coisa pode ficar meio confusa. Com os carros estacionados praticamente no meio da rua, os ciclistas ficam ‘invisíveis’ para quem entra em garagens ou estacionamentos comerciais, o que pode ser perigoso.

Nesta semana, visitamos a ciclofaixa de Moema e constatamos um claro desrespeito dos motoristas que estavam estacionados sobre a demarcação para as bicicletas. Apesar de a via ainda não ter sido inaugurada oficialmente, já havia ciclistas pedalando por ali. Veja nas fotos e no vídeo abaixo:

 

Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, os carros que invadirem o espaço poderão ser multados. A CET não informou o valor da multa, mas disse que na primeira etapa haverá apenas orientação aos motoristas e ciclistas para, só depois, começar a aplicar multas.

Além do desrespeito de alguns motoristas que estacionaram sobre a ciclofaixa, a mudança no bairro de Moema gerou polêmica entre alguns comerciantes, que não gostaram de perder as vagas de estacionamento na rua. Em comentário na Folha de S. Paulo, uma dona de padaria criticou a medida e afirmou: “Isso é um perigo. Imagina os atropelamentos que vão ter nessa faixa. A pessoa entra na loja, não vê a bicicleta e acaba atropelando”, disse.

Além da ciclofaixa nas duas avenidas, o bairro de Moema ganhou também em novembro cerca de 6,5 quilômetros de ciclorrota, que é uma via comum, compartilhada com carros, mas sinalizada de modo que a preferência seja sempre do ciclista.

Veja no mapa abaixo, publicado na Folha de S. Paulo, o traçado da ciclofaixa e da ciclorrota de Moema:

Como é possível ver pelo mapa, a ciclofaixa de Moema deverá ser bastante usada por quem circula pelo bairro, mas uma possível ampliação pode ligar a região até outros polos importantes, como a Vila Olímpia ou alguma estação próxima de metrô, o que já seria interessante.

Numa pedalada rápida que demos pelo local, tivemos que desviar de alguns buracos enormes no meio fio, o que pode ser perigoso em dias mais movimentados. Além disso, tivemos de sair da ciclofaixa e usar a rua nos trechos em que os motoristas estacionaram sobre a faixa pintada, em claro desrespeito aos ciclistas.

No geral, a ciclofaixa de Moema é uma ótima iniciativa para a cidade de São Paulo, desde que seja um projeto embrionário com perspectiva de crescimento e de implementação em outros bairros da cidade.

Torcemos (muito!) para que nos próximos anos uma grande rede de ciclofaixas seja interligada com ciclorrotas e com ruas e avenidas da cidade, para que os ciclistas tenham cada vez mais opções seguras de compartilhamento da via pública.


Postado em 1 de novembro por Eu Vou de Bike

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Índia também compartilha bicicleta

Os sistemas de aluguel de bicicletas, uma tendência que começou em locais desenvolvidos, como França e Inglaterra, começam a se espalhar com mais força pelos países em desenvolvimento, especialmente por causa das deficiências no transporte público desses países. No último fim de semana, por exemplo, tivemos aqui no Brasil a reinauguração do sistema de aluguel de bicicletas no Rio de Janeiro.

Na Índia, país também em desenvolvimento e com uma enorme população, os empreendedores Raj Janagam e Jui Gangan perceberam que não havia um meio de transporte rápido e barato para pequenas distâncias na cidade de Mumbai. De acordo com Janagam, 10 milhões de pessoas usam trens e ônibus para se locomover em longas distâncias na cidade, mas não havia uma maneira prática de ir da estação de trem até a faculdade, por exemplo.

Após um ano e meio de pesquisas, Raj Janagam lançou o Cycle Chalao, o primeiro sistema de bike share de Mumbai. O sistema é bem semelhante aos operados na Europa ou Estados Unidos. Os cidadãos se inscrevem e podem usar a bicicleta gratuitamente por meia hora. Após esse período, um pequeno valor é cobrado.

Após se instalar em Mumbai, o sistema Cycle Chalao foi ‘exportado’ para a cidade de Pune, a “capital da bicicleta” da Índia, segundo o site Tree Huger. Em Pune, que tem um sistema de 125 quilômetros de ciclovias, o bike share já tem cerca de 300 bicicletas em operação. A meta do empresário é ter cerca de 2 mil bicicletas nos próximos dois anos. Ainda de acordo com o site Tree Huger, nos próximos cinco anos o sistema Cycle Chalao será implantado em pelo menos 10 cidades indianas.

Aqui no Brasil, o melhor ‘case de sucesso’ de bike share é no Rio de Janeiro, e mesmo assim de uma forma muito incipiente se compararmos a outras cidades ao redor do mundo. O que está faltando para algum empresário (ou poder público) brasileiro colocar essa ideia para funcionar de forma massificada em uma grande metrópole como São Paulo?

Veja um pouco mais da importância do Cycle Chalao no vídeo abaixo (em inglês):


Postado em 28 de outubro por Eu Vou de Bike

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Dica para pedalar de saia sem constrangimentos

Pedalar de saia é totalmente possível, como nós já mostramos aqui mesmo no post sobre o conceito de ‘cycle chic’.

Nas bicicletas com o cano do quadro um pouco mais alto, no entanto, subir na bicicleta com a saia pode ser meio incômodo e a ciclista pode acabar mostrando um pouco mais do que gostaria. Por isso, aquelas bicicletas com os quadros com o cano arredondado ajudam bastante.

Mas se você estiver de saia e só tiver uma bicicleta com o quadro alto, não se desespere! Veja no vídeo abaixo uma manobra simples e eficiente para subir na bike sem qualquer tipo de constrangimento!

- via @ciclismourbano



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