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Blog Vou de Bike

Postado em 6 de dezembro por Eu Vou de Bike

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A bicicleta no mundo do poker

Hoje vamos falar de um assunto um pouco diferente aqui no Eu Vou de Bike, mas que de certa forma tem uma ligação centenária com a bicicleta.

Quando não estamos pedalando por aí, um de nossos divertimentos favoritos é o poker, que está cada vez mais popular no Brasil. Recentemente, em uma partypoker com amigos, notamos um detalhe no baralho que havia passado desapercebido: opa, um bicicleta!

Sim, o baralho era da marca Bicycle, fabricado desde 1885 pela empresa americana United States Playing Card Company. Já nos idos de 1885, a bicicleta era a grande atração dos baralhos, e as cartas eram impressas com detalhes que tinham alguma ligação com o mundo das bikes, como rodas e a quadros.

Além dos detalhes de rodas na estampa das cartas, o coringa da Bicycle aparece sobre rodas no baralho. Inicialmente, ele aparecia pedalando um monociclo, mas alguns anos depois o desenho chegou à sua versão atual, com o coringa em uma bicicleta comum.

Atualmente, os baralhos da marca Bicycle estão presentes na maioria dos eventos de poker ao redor do mundo, inclusive o World Series of Poker, e também podem ser vistos nas mãos de mágicos e ilusionistas, como o americano David Blaine.

Além do coringa clássico sobre uma bicicleta, ao longo de sua história a Bicycle lançou vários decks comemorativos e temáticos com ilustrações diferentes. Veja abaixo como a bicicleta foi inserida de diferentes formas nas cartas da marca:

A coisa foi tão longe que em Los Angeles tem um cassino com o nome Bicycle, onde o jogo ganha regras próprias e diferentes do padrão!

E ai? Se animou de fazer sua partypoker com os amigos? Para ficar mais divertido, combinem de se encontrar de bike!

E jogar com o baralho Bicycle, se possível…


Postado em 4 de dezembro por Eu Vou de Bike

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Suporte para guardar a bicicleta em casa

Quando perguntamos no Facebook onde as pessoas guardam suas bicicletas, muita gente falou que tem de deixar a bike dentro de casa por falta de um bicicletário ou local mais adequado no prédio.

Se você se encontra nesse grupo, uma ótima dica para usar a bicicleta como peça de decoração é esse rack bem simples da Mikili, uma empresa alemã, que além de segurar a bicicleta na parede ainda serve como estante para livros ou revistas.

Veja algumas fotos abaixo e mais imagens aqui:

Cada suporte é vendido por cerca de 350 euros e pode ser encontrado em várias lojas pela Europa. Ainda não há previsão de vendas no Brasil, infelizmente.

Via Artnau.com


Postado em 3 de dezembro por Eu Vou de Bike

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Inglaterra libera R$ 68 milhões para infraestrutura de bicicletas

Enquanto aqui no Brasil tem gente reclamando da instalação de ciclofaixas pelas ruas de São Paulo, uma tendência irreversível na evolução da cidade, lá na Inglaterra as coisas já estão bem diferentes. O ministro dos Transportes, Norman Baker, anunciou a liberação de cerca de R$ 68 milhões a infraestrutura cicloviária no país.

Segundo o Bike Radar, os recursos não devem ser apenas investidos nas ciclovias, mais também na adaptação do sistema de transporte público - trens, metrô e ônibus - para receber bicicletas.

“Após o sucesso dos Jogos Olímpicos, há uma grande demanda para o uso da bicicleta como meio de transporte, e precisamos capitalizar esse entusiasmo em um nível nacional”, afirmou Baker.

São iniciativas como essa, vindo dos mais altos cargos do governo, que podem transformar o panorama das cidades e dos países. No próximo ano, teremos novos prefeitos na maioria das cidades brasileiras, e esperamos que eles tomem como exemplo o que acontece de bom em outros países para o desenvolvimento das nossas cidades!


Postado em 29 de novembro por Eu Vou de Bike

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A importância da Ciclofaixa de Lazer de SP: ela vai muito além do lazer…


Milhares de pessoas usam a ciclofaixa todas as semanas!

Estamos em um momento crucial no que concerne a inserção da bicicleta no cotidiano da cidade de São Paulo, e agora é hora de tomarmos uma posição para rebater algumas coisas que temos ouvido e lido por aí. A grande polêmica da semana é a reportagem da Folha de S. Paulo desta segunda, 26 de novembro, que relata a “irritação” dos motoristas em relação à Ciclofaixa de Lazer de São Paulo, que opera na cidade aos domingos e feriados.

Segundo a reportagem da Folha, “os motoristas têm ficado ainda mais irritados” com a diminuição da velocidade nas vias em que a ciclofaixa funciona. “Eles fecham ruas e tiram uma faixa nossa. Isso enche o saco”, disse um dos entrevistados. Na mesma reportagem, a maior parte dos comentários é ainda mais agressiva em relação aos ciclistas e à ciclofaixa.

Após essas críticas repercutirem na internet, mais especificamente nas redes sociais, sentimos a necessidade de levantar alguns argumentos que mostram a importância da Ciclofaixa de Lazer para os cidadãos e para a cidade de São Paulo.

1 - A ciclofaixa é um meio de lazer democrático
A Ciclofaixa de Lazer já recebeu mais de 1 milhão de pessoas durante sua existência, e é uma das diversões mais democráticas da cidade de São Paulo aos fins de semana. Não é necessário pagar para pedalar e a ciclofaixa recebe pessoas das mais variadas idades, classes sociais e regiões da cidade.

2 - A ciclofaixa insere a bicicleta na paisagem urbana
Durante a semana, as bicicletas ficam ‘escondidas’ no meio dos carros e ônibus que circulam pela capital. Aos domingos e feriados, a bicicleta é onipresente e é um ótimo incentivo para quem ainda não pedala começar a pensar em pedalar. Além disso, a ciclofaixa aumenta a percepção dos motoristas sobre a importância da bicicleta na cidade.

3 - A ciclofaixa é a porta de entrada para milhares de ciclistas
Milhares de pessoas que pedalam com frequência atualmente na cidade de São Paulo começaram a usar a bicicleta na ciclofaixa. O uso da ciclofaixa serve de incentivo para novos ciclistas e aumenta a confiança das pessoas que nunca pedalaram nas ruas.

4 - A ciclofaixa incentiva o exercício físico e o comércio de rua
Em uma cidade tão carente de espaços para a prática de exercícios físicos, como parques e praças, a ciclofaixa se torna em um grande atrativo para quem quer queimar calorias e ter uma vida mais saudável. E, além disso, o comércio de rua e os bares e restaurantes que se encontram no percurso da ciclofaixa viram um aumento no número de consumidores aos domingos por conta dos ciclistas que por ali pedalam

5 - A ciclofaixa é um ponto de partida, e não de chegada
Uma das maiores críticas à ciclofaixa vem dos próprios ciclistas mais experientes ou mais ativistas. Segundo esses ciclistas, a ciclofaixa é apenas uma alegoria que tira o foco de coisas mais sérias, como a construção de ciclovias e ciclofaixas permanentes. Nós discordamos. Por todos os pontos citados acima, entendemos que a ciclofaixa de lazer é uma iniciativa que está mudando a mentalidade dos paulistanos aos poucos, semeando uma ideia que ainda vai render muitos frutos em um futuro próximo.

Você se lembra de como era a cidade três anos atrás? Então, muita coisa mudou de lá para cá, e a ciclofaixa de lazer teve um papel muito importante nessa mudança. Com sua ampliação cada vez mais agressiva, poderemos começar a pensar na instalação de ciclovias permanentes em algumas vias, o que seria mais um grande avanço para a cidade de São Paulo.

Aqui vale um parênteses para relembrar a história de Amsterdã, na Holanda.

A Holanda é um dos países mais povoados do mundo, com mais de 450 habitantes por quilômetro quadrado! Imagine se o sistema de transporte deste país fosse baseado em veículos motores, ou principalmente em automóveis, como acontece aqui no Brasil. Certamente eles já teriam chegado a um enorme colapso de trânsito, sem contar a questão ambiental!

Mas por que eles não tiveram um “apagão viário”? Porque há muitos anos, a Holanda, e mais especificamente a capital Amsterdã, concentra seu sistema de transporte nas bicicletas, uma das maiores invenções da humanidade.

Sendo a Holanda ainda um país de baixa altitude, sem grandes relevos, com políticas de incentivo governamentais para o uso da bicicleta bastante consistentes, bem como com uma situação na qual um holandês típico não mora a mais de 6 ou 7 quilômetros de seu trabalho e/ou escola, ao longo do tempo foi-se formando uma verdadeira “ciclocivilização”. Já imaginou?

Hoje, praticamente metade da população de Amsterdã realiza seus deslocamentos com uma bicicleta. Sim, você leu corretamente: 50% da população! São mais de 20 mil quilômetros de ciclovias espalhadas pelo país. Para se ter uma idéia, o estacionamento de bicicletas da Estação Central de Amsterdã comporta mais de 8 mil delas! E eles já estão até tendo problemas de congestionamentos de bicicletas e falta de espaço para estacionar as bikes!

Lógico que não podemos dormir como São Paulo e acordar como Amsterdã. Porém, nunca estivemos tanto no caminho como antes.

E, por fim, para quem acha que a ciclofaixa “fecha a rua e tira uma faixa nossa”, como disse o motorista na reportagem da Folha, é sempre bom lembrar que a via deve ser compartilhada por todos, e a bicicleta é um veículo reconhecido no Código de Trânsito Brasileiro.

E, no fim das contas, não é a ciclofaixa que causa trânsito, né? O vídeo abaixo mostra isso muito bem…

Vamos ter um pouco mais de civilidade, vamos conviver em harmonia compartilhando as vias para um futuro muito melhor para a nossa cidade!


Postado em 26 de novembro por Eu Vou de Bike

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Projeto de bicicleta ganha bagageiro

De vez em quando, a bicicleta não é o meio de transporte ideal para quem precisa carregar muita coisa - grandes pacotes, muitas compras, etc. Mas um conceito criado pelo designer Yo-Hwan Kim pode resolver esse problema em um futuro próximo.

A Smart City Cycle projetada por Yo-Hwan Kim tem uma roda traseira modular, com compartimentos expansíveis, que podem se transformar em uma espécie de bagageiro para carregar seus pertences.

Quando o bagageiro não é necessário, os compartimentos expansíveis podem ser completamente removidos para deixar a bicicleta mais leve e ajudar na pedalada. Veja como funciona nas imagens abaixo:

A Smart City Cycle é apenas um projeto e, por enquanto, não passa de um conceito ainda distante. A bike concorre no iF Design Talents 2012.

- Via Yanko Design


Postado em 21 de novembro por Eu Vou de Bike

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O perfil dos frequentadores das ciclofaixas de lazer

A Ciclofaixa de Lazer de São Paulo é um sucesso comprovado e reúne milhares de usuários todos os domingos. Nesta semana, a SPTuris divulgou os resultados de uma pesquisa sobre o perfil das pessoas que pedalam pelas ciclofaixas, e o resultado foi bem animador.

A nota média que o sistema de ciclofaixas recebeu na pesquisa foi 8,8. A SPTuris ressalta, no entanto, que 46% dos entrevistados avaliaram o sistema com a nota 10, ou seja, quase metade dos ciclistas que pedalam aos fins de semana estão muito satisfeitos com a iniciativa.

Outro dado bem interessante é de que a maioria dos usuários das ciclofaixas estão entre os 30 e 39 anos (31%), seguidos pelo grupo dos 40 aos 49 anos (26%). Além disso, quase 10% dos ciclistas usam bicicletas alugadas nos sistemas de compartilhamento (veja todos os dados da pesquisa na íntegra).

Veja abaixo alguns dados demográficos que separamos da pesquisa. E fica a dúvida: por que um índice tão baixo de mulheres pedalando?


Postado em 19 de novembro por Eu Vou de Bike

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Holandeses já têm o “problema” que queremos ter

As cidades que registram índices de congestionamento absurdos, como São Paulo, sofrem com o excesso de veículos e a falta de lugar para estacionar. E quando o mesmo começa acontecer na Holanda, mas em relação às bicicletas? Esse é um “problema” que nós queremos ter!

Segundo reportagem da AFP publicada na última semana, os problemas enfrentados pelos motoristas nas grandes metrópoles, agora começam a afetar os milhões de ciclistas que pedalam diariamente pelas ruas de Amsterdã. “Os holandeses estão simplesmente ficando sem espaço para acomodar os cinco milhões de ciclistas que tomam as ruas todos os dias”, diz a reportagem.

>> Veja um impressionante vídeo com cenas da hora do rush das bicicletas na Holanda

De acordo com relatório do conselho municipal de Amsterdã, a capital do país, as vias exclusivas para bicicletas mais movimentadas ficaram pequenas demais para o crescente número de ciclistas na cidade. “Virou uma dor de cabeça”, afirmou Wim Bot, da Associação Holandesa de Ciclismo.

Como resultado, diz a reportagem, é cada vez mais comum ver verdadeiros congestionamentos de bicicletas nas vias mais movimentadas, além da falta de espaço para estacionar as bikes nas regiões mais movimentadas da cidade e até acidentes envolvendo duas ou mais bicicletas.

No vídeo abaixo, é possível ver alguns estacionamentos de bicicletas completamente lotados em Utrecth, uma das cidades com o maior índice de ciclistas do país:

É claro que o caminho para uma cidade mais amigável é a bicicleta, e esse “problema” enfrentado pelos holandeses pode ser facilmente contornado e solucionado com medidas e obras pontuais. Seria muito bom se a gente aqui no Brasil também tivesse esse tipo de dor de cabeça, e não enfrentássemos os grandes congestionamentos e falta de planejamento urbano que estamos acostumados.

E não é de hoje que os holandeses disputam espaço na rua para as bicicletas. Um vídeo publicado aqui no Eu Vou de Bike em janeiro deste ano mostra os ciclistas do país entre os anos de 1900 e 1930 disputando a rua com carroças e cavalos! Dá uma olhada:

No vídeo acima, é possível perceber que os ciclistas não tinham vias próprias para pedalar, como ciclovias e ciclofaixas. Hoje, a realidade é muito diferente graças, principalmente, à pressão da população. Veja um documentário traduzido para o português mostra como surgiram as ciclovias holandesas.

- Via Bike Commuters


Postado em 13 de novembro por Eu Vou de Bike

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Paulistanos promovem protesto por ciclovia

Apesar de todos os avanços em relação ao uso da bicicleta como meio de transporte que nós tivemos na cidade de São Paulo nos últimos anos, ainda há muito a ser feito. E, muitas vezes, é necessário pressionar o poder público para que as melhorias cheguem mais rápido.

Um grupo de paulistanos se organiza pelo Facebook para realizar uma manifestação pacífica no dia 1º de dezembro para pedir a instalação de uma ciclovia na movimentada Avenida Eliseu de Almeida, na zona sul de São Paulo.

Já há um projeto de ciclovia aprovado para o local e, segundo os organizadores da manifestação, ela já deveria estar pronta desde 2010. A manifestação vai pedir a instalação da ciclovia no canteiro central da avenida, que é bem largo e comportaria uma pista exclusiva para bicicletas.

A importância do fluxo de bicicletas na Avenida Eliseu de Almeida é enorme. Ela liga várias regiões da cidade que apresentam um número muito grande de ciclistas, como Taboão da Serra, Campo Limpo e a região do Metro Butantã, chegando bem perto também da USP.

E é só olhar para o canteiro central da avenida para perceber que ali certamente seria possível criar uma via exclusiva para as bicicletas. Além de ajudar no transporte diário de milhares de pessoas, a ciclovia também dará mais vida à área.

A convocação da manifestação, que vai organizar uma pedalada pelo canteiro central, foi feita via Facebook. Veja o texto:

Vamos fazer a ciclovia sem esperar ação política, e que eles sejam ‘forçado’ a tomar providência com a ação de todos nós. Porque esperança que vem da comunidade unida, forçará as autoridades tomar medidas para o bem do trânsito, saúde e ambiente de nossa cidade.. É o nosso direito e um dever pro estado!

Saiba mais no Facebook


Postado em 12 de novembro por Eu Vou de Bike

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Ciclofaixa de Lazer de SP terá trecho na zona sul

No último domingo, nós pedalamos pela extensão da Ciclofaixa de Lazer de São Paulo que interligou a Avenida Paulista ao Parque do Ibirapuera, passando pela Domingos de Morais, Jabaquara e Indianópolis. Essa extensão foi inaugurada ontem, e a Prefeitura de São Paulo já prometeu uma nova via de lazer para a zona sul.

A nova ciclofaixa, segundo a Folha de S. Paulo, irá fazer a ligação entre a ciclovia da Marginal Pinheiros, na estação Jurubatuba da CPTM, à Avenida Atlântica, em Interlagos.

Além disso, a ciclovia da Marginal Pinheiros receberá uma interligação com a ciclofaixa de lazer que liga os parques do Ibirapuera, do Povo, das Bicicletas e Villa Lobos. A interligação será feita na estação Vila Olímpia da CPTM.

Vale sempre lembrar que as ciclofaixas de lazer funcionam apenas aos domingos e feriados e se tornaram uma grande opção de lazer para as famílias paulistanas.


Postado em 8 de novembro por Eu Vou de Bike

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Bicicleta se transforma em cinema móvel

Imagine um cinema que pode ser instalado em qualquer parede em branco da cidade, a qualquer momento, e a cada dia em um local. Essa ideia é possível para o coletivo espanhol Basurama, que criou uma bicicleta em um cinema portátil.

A bicicleta modificada leva um projetor e é usada para intervenções no espaço público em regiões boêmias de Madrid, na Espanha. O objetivo do coletivo é mostrar que vários espaços vazios da cidade podem ser transformados em locais de integração da vizinhança.

Veja mais fotos no site do coletivo Basurama!

O coletivo Basurama é financiado pela embaixada da Holanda na Espanha, segundo o site TreeHugger.



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